[EXCLUSIVO] Avaliação Softshell Apex Bionic – The North Face

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O softshell Apex Bionic da marca The North Face tem como objetivo oferecer abrigo de ventos, ser resistente à água e dar conforto térmico ao usuário.

Segundo o seu fabricante tem como principais características a respirabilidade, conforto térmico, resistência ao vento, resistência à abrasão e durabilidade.

O teste

O softshell foi testado durante várias viagens e situações que enfrentou frio como e teperaturas amenas.

O produto foi testado durante uma viagem de 40 dias pela Patagônia argentina o qual somente ficou-se hospedado em camping selvagem e longe da civilização

Foi ainda utilizado em diversos trekkings e campings na Serra da Mantiqueira no estado de São Paulo e Serra do Cipó em Minas Gerais.1351027785-46265800[1]

Durante o enfrentamento de temperaturas muito baixas (abaixo de 0º) foi utilizado uma outra jaqueta por cima.

Não foi utilizado em nenhuma vez uma segunda pele junto com a jaqueta.

Foi utilizada diversas vezes em noites frias como complemento da roupa de dormir.

Foi utilizada em corridas em parques e trilhas (trail running) no Parque da Serra do Mar.

O produto foi testando durante escaladas de vias tradicionais na Pedra da Ana Chata e Pedra do Baú em São Paulo.

O equipamento sempre foi carregado em mochilas, e guardado em armários.

A jaqueta foi lavada somente com água, sem nenhum produto químico.

Prós

  • Conforto térmico
  • Respirabilidade
  • Compressibilidade
  • Resistência ao vento
  • Versatilidade

Contras

  • Peso
  • Caimento

Notas

  • Qualidade de material : 4.0
  • Acabamento : 4.5
  • Design : 3.0 
  • Ergonomia : 4.0 
  • Relação Peso x volume: 3.0
  • Relação custo x benefício: 3.5
  • Nota final: 3,66

Opinião

41WICpF3iML._SX342_[1]A jaqueta sofshell Apex Bionic da marca The North Face agradou bastante nos testes, e causou uma ótima impressão sobre o produto.

Não houve em nenhum dos testes desapontamento com o rendimento técnico do softshell.

Durante madrugadas frias em acampamentos na Patagônia os quais chagavam com facilidade a temperaturas próximas a 7º, a jaqueta conseguiu fornecer bom conforto térmico.

O ponto forte da jaqueta é seu rendimento em atividades com vento forte, e que impressiona o usuário pelo seu rendimento.

A jaqueta agradou também no uso “não outdoor” por possuir um visual elegante e minimalista que pode ser usada em locais urbanos.

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A jaqueta entretanto não é resistente à abrasão, por isso após algumas escaladas em rochas muito ásperas (como o granito) pode apresentar alguns arranhões ou furos.

O softshell é indicado para todo tipo de usuário, mas pelo seu preço e seu rendimento extremamente versátil parece mais indicado a usuários mais experientes e que realizam atividades na natureza mais constantemente.

Entretanto o preço do produto vendido no Brasil é considerado a níveis proibitivos.

Um outro ponderamento é a falta de compromisso que a marca, e seus representantes no Brasil possuem com o público existente no país tendo o produto uma disponibilidade inexistente.

Formado em Engenharia Civil e Ciências da Computação, começou a escalar em 2001 e escalou no Brasil, Áustria, EUA, Espanha, Argentina e Chile. Foi jurado do Rio Mountain Festival e já viajou de mochilão pelo Brasil, EUA, Áustria, República Tcheca, República Eslovaca, Hungria, Eslovênia, Itália, Argentina, Chile, Espanha, Uruguai, Paraguai, Holanda, Alemanha e Canadá. Realizou o Caminho de Santiago, percorrendo seus 777 km em 28 dias.

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