Avaliação bastões de caminhada Forclaz 500 – Quechua

Bastão3Os bastões de caminhada Forclaz 500 da marca Quechua tem como objetivo fornecer um apoio extra para caminhadas em terrenos íngrimes e previnem acidentes como torções ou escorregões.

Segundo seu fabricante o equipamento  possui como vantagem : leveza , compactação, empunhadura confortável e estabilidade.

O Teste

Os bastões de caminhada foram testados em dois trekkings de média e alta dificuldade respectivamente.Bastão1

Foram transportados sempre atados na mochila no seu tamanho compacto.

Os bastões foram montados somente no momento do uso.

Foram usados em terrenos íngremes, alagados, travessia de córregos e solos lamacentos.

O equipamento não foi testado em caminhadas em locais planos.

Prós

Peso

Retratibilidade

Empunhadura

Alças de segurança

Contras

Ausência de amortecimento

Travamento

Manuseamento delicado

Fragilidade na montagem.

Notas

  • Qualidade de material :
  • Acabamento : 4
  • Design :
  • Ergonomia : 4
  • Relação Peso x volume : 
  • Relação custo x benefício : 3
  • Nota final : 4.00

Opinião

Bastão2Os bastões de caminhada tiveram bom desempenho nas caminhadas e trekkings realizados.

A necessidade de ser bem limpo antes de serem guardados se mostrou incômoda, tornando o produto vulnerável a  usuários desleixados.

Ao ser montado por um  usuário menos cuidadoso pode acabar sendo estragado com pouco uso.

O fabricante deveria considerar para uma próxima versão do produto implementar amortecimento na extremidade.

O fabricante ainda poderia realizar Bastão4revisão no sistema de travamento que previna usuários menos delicados de danificarem o produto.

O produto se mostrou mais indicado para caminhantes iniciantes e intermediários.

Para caminhadas longas ou peregrinações não é indicado por possuir amortecimento nas extremidades.

Sobre o Autor

Luciano Fernandes

Luciano Fernandes

Engenheiro e Analista de Sistemas, começou a escalar em 2001 e escalou no Brasil, Áustria, EUA, Espanha e Argentina. É totalmente dedicado ao esporte de escalada em rocha e é apaixonado em filmes Outdoor. Para aproveitar melhor esta paixão fez curso de documentário na Escola São Paulo, além dos cursos de “Linguagem Cinematográfica” e “Crítica de cinema”. Foi jurado do Rio Mountain Festival. Já viajou de mochilão pelo Brasil, EUA, Áustria, República Tcheca, República Eslovaca, Hungria, Eslovênia, Itália, Argentina, Espanha, Uruguai e Paraguai, Holanda, Alemanha e Canadá.

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