Fogo destrói vegetação na Serra do Cipó há cinco dias. Parque está fechado a visitação

Os analistas ambientais acreditam que um incendiário tenha ateado fogo dentro dos limites do parque. As chamas atingem uma área de vegetação rasteira e mata de galeria no oeste do parque. O parque está fechado para visitação

Há cinco dias o Parque Nacional da Serra do Cipó, na Região Central de Minas Gerais, está castigado por um incêndio de grandes proporções que atinge a zona oeste da área de preservação ambiental.

A queimada, que começou no sábado, está descontrolada por causa do tempo seco, calor e fortes ventos.

Na última sexta-feira ocorreu um incêndio, que foi controlado, mas um dia depois novos focos apareceram e ainda se espalham.

O parque está fechado para visitação até que a situação seja controlada. Ainda não há informações se permanecerá interditado para o feriado prolongado de 12 de outubro.

De acordo com o chefe do parque e analista ambiental, Fábio Luís Veloso de Melo, a expectativa para esta quarta-feira é boa em relação aos trabalhos de combate, mas ainda não é possível falar em extinção total das chamas.

Cerca de 50 bombeiros e brigadistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) trabalham hoje no combate em terra com apoio de aeronaves e helicópteros.

Segundo Melo, a área atingida não sofria com incêndios já muito tempo. Os responsáveis pelo parque foram surpreendidos pelo fogo, que segundo Melo poder ter origem criminosa.

Eles acreditam que um incendiário tenha ateado fogo dentro dos limites do parque. A área atingida é de vegetação rasteira e mata de galeria e fica perto do distrito de Santa do Riacho, no entanto não há risco para a população.

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2012/10/10/interna_gerais,322723/fogo-destroi-vegetacao-na-serra-do-cipo-ha-cinco-dias.shtml

Mais informações : http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2012/10/incendio-no-parque-da-serra-do-cipo-e-o-pior-em-20-anos-diz-instituto.html

Engenheiro e Analista de Sistemas, começou a escalar em 2001 e escalou no Brasil, Áustria, EUA, Espanha e Argentina. É totalmente dedicado ao esporte de escalada em rocha e é aficionado em filmes Outdoor. Para aproveitar melhor esta paixão fez curso de documentário na Escola São Paulo, além dos cursos de “Linguagem Cinematográfica” e “Crítica de cinema” e jurado do Rio Mountain Festival. Já viajou de mochilão pelo Brasil, EUA, Áustria, República Tcheca, República Eslovaca, Hungria, Eslovênia, Itália, Argentina, Espanha, Uruguai e Paraguai, Holanda, Alemanha e Canadá.

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