Praticantes de slackline desrespeitam ética de escalada no Rio de Janeiro

Foi reportado hoje pelo Felipe Dallorto que no local conhecido como Ilhas Tijucas o “aparecimento” de 4 grampos no cânion da alfavaca.

Os grampos tem como objetivo servir de apoio para praticantes de “waterline” (uma das muitas variações de slackline).

Este procedimento anti-ético intermediou uma via em móvel aberta pelo escalador carioca André Ilha.

Cabe a cúpula da FEMERJ aferir os fatos e tomar as iniciativas cabíveis a este incidente.

Engenheiro e Analista de Sistemas, começou a escalar em 2001 e escalou no Brasil, Áustria, EUA, Espanha, Argentina e Chile. Foi jurado do Rio Mountain Festival e já viajou de mochilão pelo Brasil, EUA, Áustria, República Tcheca, República Eslovaca, Hungria, Eslovênia, Itália, Argentina, Chile, Espanha, Uruguai, Paraguai, Holanda, Alemanha e Canadá. Realizou o Caminho de Santiago, percorrendo seus 777 km em 28 dias.

There are 3 comments

    1. Luciano Fernandes

      Os grampos ficariam no topo da via, ou seja estariam beeeeeeeeeem longe da água.

      Mesmo que ficassem próximos à agua, tem o aspecto da ética, e respeito à via aberta por outras pessoas.

      Não vou entrar no mérito da ética e etc. A questão do respeito ao esporte alheiro, e às vias abertas por outras pessoas é fundamental para boa convivência entre todos.

      Por isso é um problema. É o equivalente a alguém demarcar um campo de baseball em uma campinho de futebol de campo em um local X. Se passou por cima do respeito e da civilidade.

      Abs

Comente agora direto conosco

Comment moderation is enabled. Your comment may take some time to appear.

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.