Identificando os desafios das competições de Escalada – MontanhaCast #3

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A terceira edição do MontanhaCast está disponível!!!

Nesta edição

  • A CMBE acertou em não pagar mais a taxa do IFSC?
  • Porque as federações não se interessaram em realizar campeonatos?
  • Os atletas de escalada são unidos? Possuem postura de atletas?
  • Quanto custa um campeonato de escalada?
  • Qual o futuro das competições de escalada no Brasil?
  • Qual a melhor saída para que tenhamos uma edição em 2014
  • Esta e muitas outras perguntas foram respondidas pelos convidados

Participaram do MontanhaCast:

Dúvidas? / Lamúrias? / Churumelas?

Quer anunciar?

There are 2 comments

  1. Eric Nyssens

    Ola!! Interessantissima esta formula audio de bate papo! Entao vou acrescentar um pouquinho à conversa. Em se tratando de muro/sala/gym, um dos topicos mais discutidos, a minha visao, que moro na Belgica ha decadas é a seguinte: o muro/gym/sala de escalada melhor é aquele que regrupa a galera entusiasmada. é aquela sala onde as vias sao abertas por escaladores motivados, com bom nivel na pedra, viajados, sala com vias tecnicas, de força, variada e frequentemente renovada. Com areas de boulder dedicadas, com eventos acontecendo, com gente se encontrando e marcando trips, fds, etc … e onde ha mistura de idades, sexo e classes sociais, um metling pot! Tive a sorte de “aterrisar” proximo a uma sala que tem tudo isto. E desde que passei a frequenta-la regularmente, nao pararam de chover possibildades de escalar, novas ou velhas parcerias, viagens, cadenas, etc … o nivel so subiu e em todas as modalidades. Vale ressaltar que a maioria das salas aqui sao utilizadas durante o dia por escolas externas à sala. Alem disso, ha cursos de escalada organizados pela propria sala que focam na iniciaçao e no aperfeiçoamento de jovens sobretudo. E essas mesmas crianças, monitoradas por escaladores fortes, e que ganham a vida fazendo isso (trabalhando pra essas salas, ministrando cursos, treinamentos, montando/desmontando vias, etc … apesar de nao serem ricos) vem mandando vias fortes em sala como na pedra. é um verdadeiro laboratorio. Com um calendario farto de competicoes e eventos, a Bélgica apesar de ser um pais com poucas pedras mas com grande tradiçao alpinistica (tivemos um Rei escalador nos anos 30), goza de estatuto diferente do da França onde o numero de salas que abrem 7/7 nao é a regra. Com muito maior possibilidade de escalada em pedra, vejo porém reclamacoes de escaladores franceses que se queixam de nao poderem ir escalar / treinar indoor, como fazemos na Belgica. Na França, o financiamento de salas de escalada as tornam muito mais “pregadas” ao calendario escolar e nao sao uma alternativa pro escalador mediano como eu. Ou seja, muitas salas so funcionam pra escolas ou tem poucaquissima disponibildade de acesso pro publico em geral. Ja na Belgica, o financiamento é mixto mas as salas sao centradas em torno de associacoes sem fins lucrativos (apesar de nao poderem acumular capital, podem decidir de aumentar o salario da galera que ali trabalha se o negocio ta gerando lucros). Mas acho que quem se lancou nesta “aventura” de montar e gerenciar uma sala de escalada, o fez porque amava a atividade e certamente nao para arrecadar lucros. O esporte escalada é uma atividade que apesar de tudo ainda atrai e atraira um publico limitado. Nunca sera como o futebol. Apesar que cada vez mais, jovens e menos jovens, buscam e descobrem na escalada uma verdadeira ocupaçao/terapia. Alem de esporte, considero a escalada como uma atividade completa e complexa, que faz bem ao corpo e à alma. é isso ai, abraçao,
    Eric

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