Crítica do Filme “The Shark´s fin”

SharksFin[1]Tão importante quanto o roteiro, a edição das imagens disponíveis de um filme podem fazer qualquer produção ser um sucesso, ou afunda-la.

Tudo depende, claro, do que o editor entender do roteiro.

O casamento perfeito de qualquer produção de filmes de aventura é antes mesmo da qualidade de imagem e cenas de impacto : edição e roteiro.

O filme “The Shark´s fin” é um bom exemplo de como realizar um filme de aventura com poucas imagens, muitas fotos e com um roteiro muito bem escrito com capacidade de deixar o espectador satisfeito com a transmissão.

O filme produzido pelo escaladores Conrad Anker, Jimmy Chin, e Renan Ozturk documenta suas aventuras na via que leva o nome da produção.

Para dar cores mais dramáticas à produção relata as tentativas frustradas de Anker e Ozturk em anos anteriores.

Após um certo tempo desde a última tentativa, Ozturk sofre un grave acidente em que teve uma lesão na espinha dorsal o qual o obrigou a meses de fisioterapia e uso de colete cervical.

6a00e55031d3a38834014e8c18f9c0970d[1]Na tentativa desta escalada arriscada à “The Shark´s fin” poderia fazer mal à saúde de Renan.

A partir de todos os elementos o filme desenrola de maneira uniforme com uma história envolvente e de inevitável tensão.

Todo o desenrolar da história é feito com grande volume de fotos e imagens, que foram muito bem costuradas por uma edição exemplar e irretocável.

Por possuir um roteiro seguro em que todas suas pontas são amarradas ,e devidamente desenvolvidas, o filme agrada, e muito, todo tipo de espectador.

Do começo ao fim o filme agrada pela elegância com que é conduzido e executado.

Sem dúvida nenhuma “The Shark´s fin” será para muitos uma fonte de inspiração, tanto pela história quanto pelas qualidades técnicas aplicadas na produção.

Nota do Blog de Escalada :

Sobre o Autor

Luciano Fernandes

Luciano Fernandes

Engenheiro e Analista de Sistemas, começou a escalar em 2001 e escalou no Brasil, Áustria, EUA, Espanha e Argentina. É totalmente dedicado ao esporte de escalada em rocha e é apaixonado em filmes Outdoor. Para aproveitar melhor esta paixão fez curso de documentário na Escola São Paulo, além dos cursos de “Linguagem Cinematográfica” e “Crítica de cinema”. Foi jurado do Rio Mountain Festival. Já viajou de mochilão pelo Brasil, EUA, Áustria, República Tcheca, República Eslovaca, Hungria, Eslovênia, Itália, Argentina, Espanha, Uruguai e Paraguai, Holanda, Alemanha e Canadá.

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