Avaliação da cadeirinha Corax – Petzl

1A cadeirinha Corax da marca Petzl tem como principal objetivo oferecer conforto, leveza para otimizar a performance do escalador.

Segundo o seu fabricante os pontos fortes do produto são leveza, resistência à abrasão e conforto.

O teste

A cadeirinha Corax foi testada na maior amplitude de situações de escalada possível.2

Foi testada em escaladas em variados tipos de rocha como granito, calcário e arenito.

O produto foi utilizado em escaladas esportivas de média e baixa dificuldade, e escaladas tradicionais.

A cadeirinha  não foi utilizada em escaladas de bigwall.

Foi testada ainda em treinos regulares em ginásios de escalada com possibilidade de “toprope” e vias guiadas.

Prós

  • Leveza
  • Material de revestimento
  • Acabamento

Contras

  • Ergonomia
  • Conforto

Notas

  • Qualidade de material : 4.0
  • Acabamento : 5.0
  • Design : 3.0
  • Ergonomia : 3.0
  • Relação Peso x volume: 4.0
  • Relação custo x benefício: 3.0
  • Nota final: 3.67

Opinião

3A cadeirinha Corax da marca Petzl decepcionou após terminado todos os testes.

A marca, conhecida por produtos que prezam pela excelência de acabamento e design, descuidou um pouco deste modelo.

O seu design apesar de arrojado, não conseguiu corresponder às expectativas e teve um desempenho que poderia, e deveria, ser revisto pela empresa francesa.4

O desconforto obtido no uso do equipamento deixou uma impressão negativa do modelo.

Há ainda assim qualidades a ressaltar do produto como leveza, e resistência à abrasão em quase todo o material, que contribui para algumas “arrastadas” em granito.

Entretanto não é um produto indicado a quem planeja ficar por muito tempo pendurado, como , por exemplo, em vias tradicionais ou até mesmo para filmagens ou fotografias.

5O preço ao consumidor final é razoável, entretanto na comparação com outros produtos similares no mercado sai perdendo, especialmente no quesito conforto e ergonomia

Formado em Engenharia Civil e Ciências da Computação, começou a escalar em 2001 e escalou no Brasil, Áustria, EUA, Espanha, Argentina e Chile. Foi jurado do Rio Mountain Festival e já viajou de mochilão pelo Brasil, EUA, Áustria, República Tcheca, República Eslovaca, Hungria, Eslovênia, Itália, Argentina, Chile, Espanha, Uruguai, Paraguai, Holanda, Alemanha e Canadá. Realizou o Caminho de Santiago, percorrendo seus 777 km em 28 dias.

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