Caso Tito Traversa: Promotor italiano pede condenação de 4 anos por homicídio

O processo judicial aberto para elucidar as causas da morte do escalador Tito Claudio Traversa, que faleceu em um acidente em julho de 2013 na França, e que começou dois dias depois do ocorrido, teve de ser refeito no final de 2017. O motivo foi de que a juíza Rossella La Gatta, responsável pelo caso, foi transferida para outra secção do tribunal de Turim. Todo o processo, incluindo a audiência com cada uma das testemunhas, teve de começar do zero.

A decisão da nova juíza Maria Iannibelli será proferida em maio próximo. O promotor Francesco La Rosa, principal representante legal da acusação, pediu condenações por homicídio culposo para o instrutor de Traversa (que segundo o promotor deveria ter supervisionado o equipamento) e para o empresário Bergamo, que fabricou as costuras de escalada sem manual anexado.

O responsável pela academia frequentada por Tito Traversa foi absolvido.

A decisão é esperada em maio.

Caso Tito Traversa

Foto: http://www.englishforum.ch/

No início de julho de 2013, uma das grandes promessas da escalada mundial, o jovem Tito Traversa, de apenas 12 anos, caiu da altura de 20 metros após equipar uma via de escalada esportiva.

Tito estava viajando aos Alpes da Alta Provença, região da França, com uma turma organizada por um clube de escalada, e não suportou os ferimentos de sua queda e veio a falecer dois dias depois após o acidente. O acidente causou comoção não somente na comunidade de escalada.

Após o acidente uma perícia realizada no equipamento apurou que as borrachinhas que prendiam a costura foram mal colocadas, não suportando o peso de Tito Traversa.

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